quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Segunda vez...


Tudo aconteceu tão rápido de novo, hoje minha teve o segundo AVC.
Eu estava no trabalho e recebi um sms infolrmando que o número de minha mãe havia me ligado. Como ela estava só com minha irmã de seis anos (Hoje coincidentemente a minha tia que fica com ela, precisou acompanhar minha avó ao médico pois a mesma, de acordo com os médicos, tem pouco tempo de vida devido a um câncer e ao fato de ser cardiaca), liguei para saber se estava tudo bem.

Meu irmão de catorze anos atendeu e disse:
- Juan me ajuda, minha mãe está morrendo e eu não acho os documentos dela. Ela precisa ir ao médico, me ajuda.

Neste momento graças a Deus, minha tia chegou e o ajudou. Ela foi para rua parou o carro de um desconhecido e pediu que ele levasse minha mãe ao pronto socorro. Este anjo a levou.
Eu disse ao meu irmao onde encontrar os documentos e sai do trabalho sem nem dizer aonde eu estava indo. Depois no meio do caminho lembrei e avisei. Tentei contato com minha tia, mas na hora do desepero ela nem lembrou de pegar o celular e ficou incomunicável.
Fui para casa  de minha mãe esperando por notícias e para descobrir para onde ela havia sido levada.

Minha irmã de seis anos veio conversar comigo e não tive como conter as lágrimas:
- Juan, minha mãe não devia ir ao hospital, daquele dia que ela foi, ela voltou sem falar e sem andar. 

Isso me corroeu por dentro. Neste momento minha tia ligou e disse onde estava. Fui para o hospital e fiquei orando pois era a única coisa que eu podia fazer. Graças a Deus lá até que foi rápido e ela logo ela saiu. Desta vez as sequelas duraram apenas algumas horas e ela voltou ao seu estado anterior (com as sequelas que ela ainda não havia superado).
Isso tudo me põe a pensar: Será que eu faço o suficiente por ela? Por que eu não estava com ela? Será que ela merece sobreviver assim?

Reações:

3 comentários:

Juan, não se questione tanto. O que acontece com sua mãe não tem a ver com você. Meu pai passou por um processo desses e nós fazíamos o que podíamos. Eu trabalhava, pois se fazia necessário.
Quanto ao, "se ela merece?", não é da nossa alçada questionar. Se você ora e acredita em Deus, creia que ele fará o que de melhor puder por cada um de nós. Ele não nos desampara.
Fique em paz e tranquilo. Ajude quando preciso, mas não deixe de prosseguir na sua estrada.
Abraços querido e forças.

Que post tenso... não teve como conter as lágrimas aqui, afinal não é fácil se por em seu lugar, além de ter que demonstrar forças perante seus irmãos....
Não perca a fé e as esperanças, peça corrente de orações nas igrejas....
Continue assim, sempre do lado dela no que for preciso...
Forte abraço!

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