quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Tchau!



Querid@s,

Venho hoje dizer um até logo. Decidi parar oficialmente com o blog, talvez para sempre, talvez por um tempo.
Todos sabem que este blog para mim sempre foi um desabafo virtual sobre minha vida real. Aqui compartilhei com vocês muitas de minhas alegrias e também compartilhei tristezas.
Falei aqui várias vezes sobre minha mãe e seu A.V.E., e o quanto isso mudou toda a minha vida. Mas hoje percebo que temos que seguir em frente, e isso veio para mudar alguns conceitos que eu tinha. Muitos planos tiveram que ser deixados para trás. Mas outros surgiram e ganharam força. Hoje minha mãe já não é tão dependente. Porém ainda preciso cuidar dela, e acho que isso será até o fim da minha vida.

Aqui falei muito sobre meu antigo relacionamento, aliás, o blog foi sugestão do meu ex. A relação já acabou há bastante tempo. Mas a vida continuou, precisei seguir em frente, e segui.

Fiz algumas postagens sobre várias coisas que gostaria muito de dialogar mais, entretanto acho que este espaço tem uma identidade que não me permitia alguns assuntos como: Pessoas com deficiência, o culto a beleza, minha paixão TV (séries) e até um pouco sobre o universo gay.

Penso bastante em começar em novo canal, mas ainda não tenho certeza se devo.

Aos blogueiros que me acompanharam, eu sei que devo muitos comentários a vocês, mas é que tenho um certo bloqueio com isso. Costumo ler os blogs (com uma freqüência muito inferior a que eu queria, hoje leio no celular) só não comento devido ao bloqueio e por que no celular é horrível de comentar.

Enfim, deixo um forte abraço e um até breve.


Tem cinco pessoas a quem eu gostaria de desejar um abraço especial: Margot, Ro Fers, Dama de Cinzas, Júlio CésarBratz  e Elian. Apesar do meu jeito bicho do mato, gostei muito de conhecê-los e espero manter contato fora do blog.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Encontro de família



Com alguns dias de “relacionamento”, não chamamos de namoro. O meu ‘pré-namorado’ como ele diz me fez uma pergunta que fiquei um pouco receoso em responder, na realidade um convite:
- Vai ter uma festa de aniversário, de uma tia minha, você vai comigo?
No primeiro momento pensei em dizer não, afinal não queríamos nos envolver muito.
E ele já havia me dito que nunca levou ninguém para conhecer a família dele. Nunca se sentiu confiante.
Mas aceitei.
E depois disso ele ficou em grande euforia, me pedia para que eu fosse bem bonito, para que as primas dele ficassem com inveja dele. Perguntava-me com que roupa que eu iria, que roupa ele deveria vestir. Pediu-me ajuda para comprar o presente.  Ficou igual a uma criança todo ansioso. Achei aquilo lindo, até por que ele me disse que tinha passado um tempo afastado da família.

No dia da tal festa combinamos perto da casa dele. Já de cara ele me apresentou a uma prima muito gente boa, daquelas pessoas que não tem vergonha de nada e que se dá bem com todo mundo. Depois foi o momento que para mim foi o mais tenso, conhecer a mãe e a irmã dele. Mas elas pessoas bem legais, não falaram muito mas me trataram bem. E então nos dirigimos para a festa que era 2 horas da casa dele. Mas a viagem foi bem divertida, ele implicante como sempre ficou implicando com todos durante a viagem. Mas estava muito feliz.

A festa foi ótima, lá conheci a família toda, pessoas muito legais. Daquelas que te fazem se sentir bem. Muita música e gente feliz. Muito legal.

Ele me apresentava como namorado dele.

Tiveram dois momentos muito engraçados:

O primeiro foi quando ele me deixou na mesa que estávamos, e foi conversar com alguns parentes. Como fiquei sentado sozinho. A mãe dele foi perto dele e disse:
- Você vai deixar seu convidado sozinho?
- Ele não é meu convidado, é minha família.
A mãe dele riu.

O segundo,  um menino começou a me olhar, mas eu não reparei. E ele começou a se incomodar.
- Aquele cara ta te olhando qual é a dele.
- Qual?
- O de verde, ele não tira o olho de você.
E o garoto passa e me olha, ele fica furioso.

Alguns minutos depois ele vai buscar uma bebida, e o garoto se aproxima e pergunta algo, como não ouvi direito disse não e me afastei. E o garoto se distancia e agarrar a prima do meu ‘pré-namorado.’ E eu descubro que são namorados,

- O que o cara queria?

- Olha ali.
Ele olhou e o cara estava agarrando a prima dele.
- Coitada, minha prima está sendo enganada.


E no fim nos divertimos, passamos um longo período juntos e eu passei a ser o namorado, pelo menos pra família.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Sem rótulos, mas com muito carinho...



Nós começamos com o seguinte dialogo:
- Eu não quero namorar...
- Nem eu...
- Então vamos ficar juntos sem rótulos, ok?

No nosso primeiro passeio juntos fomos ao cinema, foi tudo muito engraçado.
Ele me encontrou nervoso, meio sem saber o que dizer. Apesar de nos falarmos todos os dias. Me fez algumas perguntas pra quebrar o gelo. Falou que a calça dele era feia. Enfim ambos não sabíamos muito como agir. Como ele gostava de dizer éramos um corpo novo para ambos. Ele é bem diferente dos meus poucos relacionamentos. E ele disse que eu também sou diferente das pessoas com quem se envolveu.
Tomamos uma bebida e fomos à sala de cinema. Nos sentamos e assistimos todos os trailers e fizemos diversos comentários como se fossemos dois bons amigos no cinema. Foi então que começou o filme e percebemos que era o filme errado. Caímos na gargalhada e saímos da sala, mas foi bom, pois quebrou todo o gelo.
Então na sala certa, nos sentamos e começamos a conversar sobre a gente antes de o filme começar. E então entram exatamente oito crianças e sentam na nossa frente, aquilo nos travou completamente. Não fazíamos nada, mas queríamos conversar e elas ficavam nos olhando. O filme começou e depois de um tempo ele pegou minha mão e ficamos como um casalzinho ele no meu ombro e eu no dele. Ate que ele me deu o primeiro beijo e olhou para frente como se não tivesse acontecido nada com cara de sonso.
Saímos do filme e fomos a um parque de diversões e conversamos longamente sobre a gente. Aproveitamos então que havia um lugar mais reservado e ficamos juntinhos como dois pombinhos e ele me deu um beijo que fez ir ao céu.
Infelizmente tivemos que ir embora, nos despedimos com gostinho de quero mais.

No dia seguinte recebi um sms, ‘você vai me beijar hoje?’. E desde então como trabalhamos bem pertinho, sempre damos um jeitinho de ficarmos um tempinho juntos.

Acho que começa uma história que vai dar certo.

“Quando a gente gosta, vale a pena qualquer coisa
Vale tudo num cantinho pra ficar


(Trecho da canção UM SONHO A DOIS)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Viva a vida!



A vida tem me dado sinais de que algo bom está para se firmar. Vivo um momento de leveza inigualável. Apesar de todos os problemas que tenho. Parece-me que tudo está encontrando seu lugar no universo. O que não somava, foi subtraído. O que era exagerado foi dividido. O coração se acalmou de uma forma sem explicação.
Estou aprendendo coisas que nem imaginava que existiam, lugares pelos quais eu já passei sem dar importância, agora vejo com outros olhos. A vida é dura, muito dura. Mas há momentos de leveza.
É bom saber também que não sou o único no mundo com objetivos bons e que se preocupam com alguém. É bom saber que não sou o único que tenta ter noção de espaço e dos direitos do próximo. É bom ter alguém especial ao nosso lado, e que tenha orgulho de quem somos. É bom dormir e acordar sem preocupações ou chorando. Enfim é bom viver...

Um abraço a todos e principalmente a minha nova Vida!


Final Feliz - Djavan e Jorge Vercilo


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Futuro Pedagogo



Acho que já falei aqui que sou estudante de pedagogia. Confesso que inicialmente meu único objetivo era o diploma. E como a faculdade em que estudo era perto de minha casa e um dos cursos de menor relação candidato vaga era pedagogia, decidi então fazer só para passar o tempo. Afinal eu já fazia um curso que eu realmente gostava.

Lembro que quando tinha uns 17 anos eu e minha amiga conversávamos sobre o futuro e eu sempre montava minha lista de prioridades  de cursos da seguinte forma:

0-     Medicina
1-     Cinema
2-     Matemática
3-     Pedagogia

Medicina, sempre foi o objetivo. Mas como eu sou racional desde sempre, sabia que era impossível então ela entrava na lista como o sonho inalcançável. Cinema é para poucos, não muita oferta de vagas e também perdi o interesse com o tempo, vi que na realidade não é tão fantástico quanto imaginava. Matemática, não fiz, mas cheguei perto. Fiz estatística, que curso difícil, pensava que iria surtar na época.
E afinal ela sempre esteve presente ali 3ª colocada, mas sempre quis fazer. Mas de tanto escutar criticas e de perceber que há certo menosprezo ao curso me desinteressei.

Mas hoje falo com orgulho eu serei um pedagogo e quero exercer a função. E acrescento é um curso com tantas dificuldades quanto qualquer outro. Desde que comecei já devo ter feito seis resmas de trabalhos, afinal tudo na pedagogia vira trabalho escrito.
E sinto orgulho de saber que seja qual for a profissão, ela em algum momento depende de nós professores para que possa existir. Então não nos menospreze...


Está postagem foi influenciada por um comentário ofensivo, que escutei a respeito do curso que faço, por alguém que estimo demais.

sábado, 31 de agosto de 2013

Enfrentando medos



Eu sou muito medroso, tenho medos ridículos. Coisas que se assimilam até a algum tipo de problemas psicológicos.
Um de meus medos mais bobo é da noite. Eu tenho pavor da noite, não da escuridão, gosto da escuridão. Apenas da noite, acredito que os monstros se libertam na noite. Inclusive na nossa noite interior, as vezes nos meus momentos de tristeza me vejo pensando em coisas que normalmente eu não penso.

Tenho medo da vida, é vida. Viver para mim muitas vezes se equipara a uma tortura. Sabe uma sensação idiota perante aos problemas que diz: - Morre que passa.

Tenho medo de pessoas, tenho medo do ser humano. Ao conhecermos alguém temos contato geralmente com o seu melhor, ninguém costuma se expor, se despir. E isso muitas vezes me impede de me relacionar com outras pessoas, sempre espero pelo momento que me farão mal. Existem pessoas que conheço a vida toda, mas sei que em algum momento me farão mal. Existem pessoas que conheço há cinco minutos e já acho que me farão mal. Evito amizades e relacionamentos, pois eles costumam me ferir.

Aos poucos estou tentando me libertar ou ao menos controlar meus medos. Quanto a noite o jeito é enfrentá-la de frente, quanto a vida estou tentando valorizar aquilo que tenho, já as pessoas acho que ainda não estou preparado para enfrentá-las, ainda me dão muito medo. Mas vou tentando aos poucos, sem rótulos e sem cobranças. Não espero muito de ninguém mais. Está semana decidi uma coisa sobre uma pessoa que pode me ajudar bastante na minha recuperação ou não...


Mais um texto louco, espero que entendam...

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Juninho, um machista no capricho

Pessoal li o texto abaixo no site NE10 e adorei espero que gostem...

Juninho nasceu. Dia de festa na família, de orgulho. O filho varão. Quarto azul, roupinhas azuis. Azul é o ursinho. Azul é o chocalho. Trata-se de um menino, homem, e tem logo que ser identificado com tal. Não deixar dúvidas.

Juninho é carregado pelos tios e logo seu pênis, mesmo diminuto, é louvado. "Pintão!". "Esse puxo ao tio!" As tias se apressam em arranjar um par para quem tem um dia de vida. "Agora a filha de Maria e João tem com quem namorar", diz uma. "Tem também a de Pedro e Juliana", lembra outra. Chegam logo a um consenso que ele dará conta de todas.

É garanhão. É homem. Surge a conclusão que ele estava virado para o lado direito, pois, nessa posição, poderia ficar de olho na menininha ao lado no berçário. Conversa vai conversa vem, alguém lança a teoria que quando ele chora as garotinhas se calam para escutar o grito másculo do conquistador.

Juninho é homem e como homem será criado. É uma família que nutre a testosterona, a macheza, com muito cuidado. Não podem fraquejar, por tudo a perder.

O menino cresce e é teleguiado na ordem. Bola e carrinho. Falcon e Comandos em Ação. Um dia Juninho tocou em uma Barbie. De imediato foi repreendido. "Não é para menino". Ele beijou um amiguinho na bochecha. Recebeu uma bronca maior. Roubou um beijo na boca da coleguinha. Quanta alegria dos pais, que fingiram desaprovar diante dos familiares da garota, mas comemoraram em casa o avanço do amado homenzinho. "Esse não nega. Vai pegar todas. Hehehehe!" Como o pai está feliz.
É gradual. Juninho aprende a ser homem, macho, como se espera, é o que tem que ser. O tio o abraça e pergunta: "Quantas namoradas já tem na escola?" Juninho responde: "Sete". O abraço fica ainda mais apertado. Respondeu assim... na obrigação, no escapa. De tanto ser questionado e ficar perdido sem saber o que falar, contou as amigas de classe e jogou o número na inocência. Foi premiado, viu que agradou. Tempos depois aumentou para oito. Mas comemorado ainda. Juninho fixou que quanto mais aumenta a soma, mais homenageado é.

Aprendeu. Homem tem que pegar muitas, tem que contar que pega muitas e aí causa contentamento. Mulher é feita para ser apanhada. Juninho já sabe que isso "é coisa de homem", que "homem é assim mesmo", "que quem quiser que prenda suas cabritas que o meu bodinho está solto". Juninho fixou.Chegou na adolescência e tem consciência de que o mundo é machista, desde o começo é desse jeito, fim de papo. Ele dos que saem e paqueram. Dos que se ligam em uma garota e vão para cima. Dos que acham que a fêmea tem que ceder, que sua cantada é imbatível, que insistir é fundamental.

Juninho aprendeu com os parças que a mulher vai ali para ser incomodada, que ela faz doce, mas ela está querendo, que não tem que abrir para o beicinho dela, que macho que é macho não desiste. Ele já beijou forçando, puxou cabelo, levou tapa na cara e bateu de volta.

Juninho modelou a mente para identificar a menina para ficar e a para namorar. Normas que ele segue à risca, porque homem que é homem de respeito não se liga à vagabunda, não quer ouvir "tás com uma rodada?". Para namorar é a menina com menos fama de ficante possível. A comportada. A virginal. Para dar uns pegas é a liberta, a sem amarras, que ele conhece como piranha. A que não vai rejeitá-lo. A que taxaram como sempre disponível. Que é ir lá e pimba!, já pegou. Que se recusar ele tem o direito de reclamar: "Como assim ele ser recusado?", "Como assim aquela puta posar de difícil?". Juninho não entende. Não admite. Não foi o que lhe disseram desde sempre, está fora do eixo.

Não é o que lhe cobram. Juninho sabe que precisa corresponder. Caso algum requisito do macho ideal falte em sua ficha, ele tem que pagar. Preço, para ele, duro.

Se Juninho tropeçar diante da banca examinadora, que nunca para de fiscalizar, é chamado de gay. Instantâneo. Se fraqueja na caça sexual, é veado. Se usa um sapato fora das regras, é boiola. Se pede um chá na cantina da escola, é bicha.

Inadmissível para ele. Juninho foi doutrinado para pensar que, mas que tudo, homossexualidade é o que há de pior. Que seus tios e tias, primos e primas, avôs e avós, mãe e pai, sempre o guiaram no cabresto, com tanta pressão, tanta vigilância, tanto esforço, para evitar a desgraça. Que ele pode ser tudo. Machista, tarado, bandido, dar desfalque, trair um amigo, ser violento, mandar pessoas para o hospital. Tudo. Menos a desonra de ser gay.

Juninho treme apenas em pensar na possibilidade de que alguém bote sua macheza em dúvida. Nunca. Logo ele que para desmerecer chama logo de veadinho. Logo ele que vai para o estádio torcer e grita sem parar "Fulano, veado", "Time de mariquinhas". Que nem cogita ter um jogador homossexual manchando as cores de seu manto sagrado. Que caso ocorra vai ameaçar o cara,manda sair, já em pânico pela chacota que o adversário vai fazer pelo resto da vida.

Logo Juninho que não lava um prato, nem arruma a cama por ser trabalho de mulher. Logo ele que abusa dos gesto viris. Que abraça amigo quase na porrada para que o afeto não seja confundido com delicadeza. Que grita palavrão quando uma garota de minissaia passa, que coleciona Playboys, que de jeito nenhum chora porque nada a ver ser sensível, que transa mesmo sem estar a fim apenas para manter a reputação intacta.

Que acha que o mundo corre perigo de enveadar por causa dos direitos LGBTs. Que ficou sabendo que ativista homossexual é gayzista, que ser homofóbico é apenas bater em gays, que destratar, querer que continuem subcidadãos, subalternos, é defender o orgulho hétero, as famílias, a ordem natural. Que acha o mundo é hipócrita, já que ninguém quer ter filho gay, mas ficam defendendo.

Juninho é algoz e vítima. O mundo, que ele tanto acredita ser imutável, que como está deveria ficar, solidificou aos poucos, desde quando bateu suas primeiras palminhas, o que ele prega.

O mundo de Juninho é o de verdades velhas, fabricadas por interesse, de seus antepassados, que ele absorveu como suas. De que há pessoas subordinadas, que o lugar delas é aquele, que não têm nada que contestar. Elas têm é que se contentar.

Juninho é um rei. Está no lucro. Posto no topo da cadeia alimentar, em um ecossistema onde outros são presas. Para capturar, acasalar, procriar ou para destruir. Ele luta para perpetuar seu lugar dominante.

Juninho não atenta, em seu silêncio crítico e criativo, o quanto ele nada tem de atitude. De ele mesmo. É um papagaio, uma cópia. Um escravo, que asfixiou uma parte de si para dar satisfação, se moldar ao que se quer dele. É passivo.

Mas Juninho está nem aí, nem vai chegando. Raciocínios novos são frescuras de veado. Ficar lamentando injustiça é mimimi de veado. Homem bebe, arrota e dá no couro. E fica tudo bem.

Juninho tem mais é que se preocupar com o casamento que se aproxima. Com menina que ele desvirginou e engravidou. Não está muito na de juntar as escovas de dente, já caiu na greia dos companheiros, de que vai para a forca, que perder a liberdade, mas ele se compromete a não deixar a farra e a pegação. "Mulher em casa nada impede mulher na rua". E arranca gargalhadas. Se não der certo, separa e volta por completo para a curtição.

O importante é que Netinho nasce daqui a seis meses. Enxoval azul já encomendado. Max Steel e Hot Wheels na prateleira. Netinho vai puxar ao pai. Macho todo.

Autor: Por Miguel Rios

sábado, 24 de agosto de 2013

A cruz e a espada



"Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil
Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu
Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquela festa o que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar
Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
E agora é tarde, acordo tarde
Do meu lado alguém que eu nem conhecia
Outra criança adulterada
Pelos anos que a pintura escondia
Agora eu vejo,
Aquele beijo era o fim, ah era o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
E nunca mais, nunca mais, ou..."

Acho que está música já diz muito, afinal todo fim é um recomeço...


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Será isso coisa só de mulher?



Bom como alguns devem saber eu namorei durante um longo período, na realidade parece que eu sempre namorei. Às vezes tenho a sensação de que nunca fiquei solteiro. Apesar de diversas separações eu nunca me sentia solteiro. Mas agora estou solteiro e me sinto como. Mas com isso percebi uma coisa bizarra, para as pessoas (em especial mulheres) ficar solteiro é uma aberração.
Um dia desses conversando com umas amigas elas perguntaram:
- Tá solteiro há quanto tempo?
E eu:
- Não sei, acho que uns seis meses.
E elas:
- O que este tempo todo!
- Não! A gente tem que arrumar alguém para você.
- De que tipo de homem você gosta?
- Eu tenho um primo que é, será que vocês não irão se gostar?
- Por que você não vai a uma boate.
E eu respondi:
- Pessoal eu estou solteiro e não morrendo. Não preciso de ninguém, ainda gosto do meu ex. E tem mais quem disse que ser solteiro é o fim do mundo?

Será que isso é coisa de mulher, ou todo mundo é assim? Agora elas vivem me empurrando para alguém, parece que seu eu ficar encalhado vou virar pedra...


Ah! Essas mulheres...

domingo, 11 de agosto de 2013

Aos Pais



Hoje é dia dos pais eu que passei a vida toda dizendo:
- Não tenho pai...
Cheguei a uma conclusão bem lógica. Eu tive pai, pode não ter sido o pai herói de muita gente. Na realidade eu tive pais. Meu pai biológico, uma pessoa estranha, mas que sei que se o bicho pegar posso recorrer a ele. E um pai de criação a quem sou muito grato, pois se sou um cara de bem, se estudei e cheguei onde estou devo a ele. Pois ele me colocava para estudar, comprava tudo o que eu precisava para escola, cuidava de mim como um pai. Eu é que sempre fui muito bicho do mato e acabei destruindo um pouco nossa relação. E acho que ele não me aceitaria como gay.
Hoje lembrei da época em que ele me levava para trabalhar com ele nos navios eu achava o máximo e ele passava o dia me ensinando como funcionava e coisas do tipo. Ele sonhava que eu fosse oficial da marinha. Como eu não quis ele começou a se distanciar de mim. Mas ainda assim ele mora em meu coração.


Além dos Pais, desejo um feliz dia a todos os Padrastos que muitas vezes são melhores que muito pai.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Orgulho e Aniversário...


Vi está imagem ontem no Facebook e fiquei pensando:
- Como sou orgulhoso, perco tudo por orgulho.
Hoje é meu aniversário. E tem algumas pessoas que eu gostaria que estivessem comigo, mas como sou orgulhoso as afastei. Mas não considero isso de fato um defeito. É uma característica, que não consigo abrir mão e que muitas vezes me dá forças para seguir em frente. Foi assim por exemplo que lidei com o comportamento sempre esquisito do meu pai.

Antes pensava que era assim por causa de algumas coisas da minha vida. Mas agora posso culpar meu signo, rs. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Os signos e o pé na bunda

Pessoal achei essa publicação muito engraçada...Boa Leitura...



Áries: Pode ser que o ariano quebre uns pratos e soque o travesseiro para extravasar, mas isso deve durar um dia ou dois, no máximo. Ariano não tem tempo a perder e não suporta sentir piedade de si mesmo. Se você deu um pé na bunda de um ariano esperando que ele ficasse 50 dias e 50 noites ouvindo “Love Hurts” e chorando por sua causa, sinto te decepcionar, mas não vai acontecer. Ele deve estar em outra.

Touro: Se você terminar com um taurino, ele não vai atrás de você. Taurino é teimoso e todas as decisões que ele toma – muito lentamente, aliás – são definitivas. Ele vai se enrolar num cobertor, sentar no sofá para ver filme fossa na TV com um pote de sorvete na mão (qualquer semelhança com “O Diário de Bridget Jones” é mera coincidência), vai chorar e sofrer, mas não vai te ligar pedindo pra voltar. Taurino perde o (a) namorado (a), mas não abre mão do direito de ser teimoso e cabeça dura.

Gêmeos: Ele vai tentar discutir a relação – racionalmente, é claro. Se você está achando que a tentativa de discutir a relação é um ato de amor, não seja ingênuo, ele só quer falar e nós sabemos disso. Ao fim do longo debate, se você decide que quer mesmo terminar, prepare-se para cair na boca do povo. O geminiano precisa comentar sobre todas as coisas e , ainda que não queira fazer fofoca, pode ser que deixe escapar no calor do papo que o seu desempenho sexual não era tão satisfatório.

Câncer: Se você namorou um canceriano, deveria saber que era pra sempre. Não se termina com canceriano! O pessoal de Câncer é apegado, sensível e não gosta de largar o osso. Terminar com eles pode ser traumático. Quando você diz que quer terminar ele já está recorrendo à memória para chantageá-lo. Sim, ele vai te pedir para lembrar-se do dia em que vocês escreveram “T coraçãozinho M” na árvore do Ibira. Se ele for do tipo rancoroso, o túnel do tempo será para te lembrar do quanto você foi cretino (a) quando disse que ele era grudento e como aquilo magoou o coraçãozinho dele.

Leão: Você não termina com um leonino, ele é que termina com você – ou pelo menos é isso que ele dirá aos amigos. Durante o término, é provável que ele mande o texto “eu pensava em terminar com você há meses, mas tive pena”.  Leoninos passam por uma fase de negação do sofrimento. Quando levam um pé na bunda, ficam meses dizendo para eles mesmos que o ex não era bom o suficiente. Eles precisam se auto afirmar! Depois que essa fase passa, eles arranjam um novo parceiro – mais bonito, rico e inteligente que você – e fazem uma visita para exibi-lo.

Virgem: Quando você termina com um virginiano, não nota nenhuma reação imediata. Isso acontece porque ele está analisando o relacionamento cuidadosamente, como num jogo de sete erros. Ele quer saber onde tudo começou a dar errado e provavelmente vai se culpar por não ter sido perfeito o bastante. É provável que ele não se dê conta que você terminou porque ele dobrava a roupa antes do sexo e criticava tudo o que você fazia. A hipocondria de Virgem fica mais intensa depois de um pé na bunda e ele vai se encher de remédios para curar a dor no coração (no joelho, nas costas, na cabeça…). A dor passa quando ele encontra mais uma nova vítima para analisar, afinal, a terapia de Virgem chama-se “crítica construtiva”.

Libra: Quando um libriano percebe que você vai terminar, faz de tudo para que não seja um final cheio de brigas e rancor. Ele aceita tudo o que você diz e ainda propõe amizade. Você fica achando que ele é santo ou extremamente passivo, mas a realidade é que o libriano não dá ponto sem nó. Ele não vai se indispor, porque gosta de colecionar opções para um casinho. Libriano não vive sem par! Você terminou com ele, mas não será riscado da lista de opções com tanta facilidade – a não ser que tenha feito algo detestável. E digo mais, é provável que ele tenha mantido “paquerinhas” enquanto vocês namoravam, para o caso de rolar o pé na bunda. Ou seja, ele não ficará sozinho.

Escorpião: Termine e mude de endereço rapidamente, porque os escorpianos amam intensamente, mas odeiam na mesma proporção. Ele não vai fazer alarde, porque é introspectivo, mas vai maquinar 150 mil planos de vingança para fazer com que você pague por tudo aquilo que o fez sentir quando foi chutado. Esse é o tipo de namorado (a) com quem você não fará “momô” casual no futuro, nem adianta sentir saudades. Escorpianos demoram a largar o osso, mas quando largam, é definitivo. Quanto a um novo relacionamento, pode ser que demore um pouco, afinal, a última experiência foi de “quase morte”.

Sagitário:  Você não precisa terminar com um sagitariano, a não ser que ele seja REALMENTE insuportável ou que você seja muito conservador. É mais fácil propor um relacionamento aberto. Sagitário gosta de liberdade e pluralidade nos relacionamentos, portanto, não vai se incomodar. Se a filosofia libertária não funciona para você, saiba que sagitarianos não guardam rancor, então é melhor você não guardar também. Se você andar na rua e o sagitariano estiver do outro lado, gritará seu nome, sairá correndo para um abraço de urso e dirá “ poxa, continua gostosa (o), hein?!” – tudo isso com o (a) namorado (a) gringo (a) do lado.

Capricórnio: Terminar com capricornianos é como fechar uma empresa e eles não esboçam reação, porque é pagar mico. Já que é pra terminar, que seja dignamente, sem dramas e chororô. Como o capricorniano se preocupa em construir algo sólido para o futuro, é provável que comece a olhar para os lados em busca do par mais promissor assim que você virar as coisas. E não, isso não é frieza, é pura praticidade. Pra que chorar o leite derramado, não é?! Futuramente, você pode se arrepender de ter terminado com o capricorniano. Ele pode ser rico, presidente, capa da revista Forbes ou as três coisas ao mesmo tempo!

Aquário: Quando você termina com um aquariano, ele contesta um pouquinho pra bancar o rebelde – diz que não quer terminar, questiona a sua decisão, etc. A verdade é que ele é amante da liberdade e não sentirá tanta falta, mas o que seria do aquariano sem um bom debate, não é?! Aqui há grandes chances de rolar uma amizade colorida – e até um “grupalzinho”, considerando a fama de modernidades deles. O conceito de PA (entendedores entenderão), certamente foi inventado por um aquariano!

Peixes: Terminar com um pisciano e terminar com a Maria do Bairro é praticamente a mesma coisa. Eles são extremamente sensíveis e tendem a ampliar os acontecimentos, ou seja, o que era pra ser um “foi bom enquanto durou, boa sorte”, vira um “o que será de mim sem você, Romeu?”. Depois do pé na bunda, o peixinho pode se afogar na cachaça e compor músicas de corno. É impressionante como o sofrimento deles é criativo! Como são mutáveis, a dor é profunda, mas eles amarão profundamente um outro alguém em breve.

Publicação Original: Astrologia da Depressao

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Leão...

Acho que finalmente estou ficando egoísta... Esta charge é perfeita...


domingo, 14 de julho de 2013

Amor e Paixão...



Ao ver está imagem pensei no meu último relacionamento, é fato que ainda havia amor quando terminamos, mas só o amor era muito pouco. Era preciso mais e muito mais.
Então me ponho a pensar: O que é o amor então?
Depois de pensar e refletir cheguei a algumas conclusões que podem estar erradas, mas acredito nelas.
Diversas vezes escutamos pessoas dizerem que encontraram o amor da vida. Será? Acho que só saberemos quem é o amor da nossa vida depois de longos anos juntos. Está coisa de primeiro encontro virar para pessoa e dizer:
 - Eu te amo.
Nunca acreditei nisso. Outra coisa que me incomoda no amor é a história de amar várias pessoas:
- Eu te amo, mas com ele eu vivo algo especial e também o amo.
Cara pálida isso não é amor, é qualquer outra coisa menos amor.
E então quando a pessoa está apaixonada e diz que ama. Caros amor e paixão são coisas distintas, podendo sim viver juntas. Entretanto diferentes.

Enfim para mim o que é:
Amor: Eu acredito que amor é uma construção, dia a dia nós vamos nos formatando e construindo juntos. Essa coisa de amor eterno, acho que não existe. Acredito mais no que “seja eterno enquanto dure”. Acredito que quando amamos, queremos o bem, não precisamos ficar junto 24 horas, mas sabemos que o outro está sempre lá quando precisamos. Seja por telefone, por carta, enfim no amor para mim o casal vira uma unidade. O que afeta um, afeta o outro. Deixa de existir o A e o B e passam a ser AB. Amor é comunhão...

Paixão: Querer estar junto todo tempo, até enjoar. Isso para mim é paixão, um sentimento egoísta que faz com que pessoas se queiram a todo tempo, sem se preocupar com o outro. O que importa na paixão é o eu satisfeito. Entretanto a paixão acaba.

Atração física: Para mim nada mais é do que fogo.

O ideal seria que conseguíssemos unir amor e paixão sempre. Mas chega um momento que a paixão acaba e só resta ao amor se manter sozinho. E esse negócio de eu amo fulano, mas sou apaixonado por beltrano. Também é balela. O amor é capaz de suprir todo é qualquer vazio na relação. 
Então é para minha relação o amor já não tinha mais força e por isso ela acabou...

Texto meio louco, escrito por um louco.

Um abraço a todos...


domingo, 30 de junho de 2013

O que importa é o processo...



Hoje lendo a postagem da Dama de Cinzas , lembrei-me de assunto que venho pensando em postar desde quarta quando escutei uma música. O assunto é ESPERANÇA. Eu sou pessimista por natureza. Mas estava num período de otimismo, e com isso tinha a tal da bendita esperança em dias melhores. Balela, não é a esperança que faz o dia melhor e sim o processo.

Quando digo isso é baseado no seguinte, muitos de meus planos recentes deram errado. Mas ao invés de me apegar ao resultado, seja ele bom ou ruim. Eu tenho valorizado o processo que me levou até ali. E olhando para o processo percebo quem eu sou e como tomo minhas decisões. E sabe melhor do que acreditar que as coisas darão certo no fim, e chegar lá e quebrar a cara. E me dar conta do que fiz para chegar ali, e o que não faria de novo. Enfim o que importa mesmo não é o topo e sim a escalada, é ela que nos traz a adrenalina...

E a música que falei é esta abaixo:

The Climb - Carly Rose Sonenclar & Tate Stevens


"Cause, there's always gonna be another mountain
I'm always gonna wanna make it move
Always gonna be an uphill battle
Sometimes I'm gonna have to lose

Ain't about how fast I get there
Ain't about what's waiting on the other side
It's the climb"

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Buscando amadurecimento...



Olá Pessoal!

Eu ando extremamente sumido. Mas isso é proposital. Após muito refletir identifiquei que estava virando uma pessoa virtual. Me explorava no blog, mas ao conversar com pessoas eu me fechava. Amigo sem ser virtual não tinha mais nenhum.
Meu relacionamento acabou. Ele logo seguiu em frente e eu entrei em uma profunda tristeza e foi nesse momento que entrei no meu interior. E passei a me questionar. Questões do tipo:
- Por que não tenho mais amigos de “carne e osso”, aqui tenho amigos virtuais, mas as vezes sinto falta de um abraço ou de calor humano?
- Por que deixo me abater tanto pelos problemas?
- Por que desisto de mim por qualquer migalha que me oferecem?
- Por que não sou eu com quem está ao meu redor?
Dentre outras tantas questões.

Foi nesse momento que tomei a primeira decisão, parar de fingir que não sou gay. Não peguei uma faixa coloquei no pescoço “sou gay”. Mas parei de fingir que não sou. E logo alguém me perguntou e disse é claro que sou. Senti que me libertava do primeiro peso da minha vida.
Minha mãe teve outro “ataque” e está internada, mas dessa vez estou lidando com mais “frieza” e não fiquei choramingando pelos cantos.
Fiz amigos, ou estou fazendo. Agora tenho meu primeiro amigo gay que não é virtual e viramos meio que “irmãos na dor”. Passamos por situação similar nas relações.
E decidi investir toda a minha energia que não gasto com os cuidados com minha mãe na minha faculdade, quero sair logo da faculdade. Ao longo dos anos eu deixei as coisas fluírem sem controle na faculdade, fiquei reprovado... Faltei quando estava deprimido. Hoje não deixo mais isso acontecer.
Isso é só o começo da mudança e ainda a muito o que mudar. E

Alguns pontos
1-     Estou pensando em fechar este blog e criar um com minha verdadeira identidade, onde todos serão convidados a fazer parte. Ainda é uma idéia.
2-     Adoro todos que conheci através do meu ex e que fazem parte do blog, em especial a Margot, que foi essencial na minha mudança. Quando digo que busco amigos de carne e osso, não tiro o prestigio que nenhum de vocês tem em minha vida, até porque muitos de vocês já me aconselharam e  escutaram antes. Mas o que pesa para mim nesse momento é que vocês passam a ser um vinculo com algo que preciso esquecer. Sei que ninguém tem nada com isso. É só um período de adaptação.
3-     Quero desbloquear meu coração, para uma nova relação.
4-  Quero deixar de ser um eterno adolescente em alguns assuntos.


Até breve com novas notícias. Espero que todos estejam bem... 

sábado, 15 de junho de 2013

O que importa é se sentir bem, o que importa é fazer o bem!!

A vida é um turbilhão a todo momento né. Pensando nisso é que coloco estes dois trechos da música do Charlie Brown Jr. - Pontes Indestrutíveis




"Buscando um novo rumo

Que faça sentido
Nesse mundo louco
Com o coração partido eu
Tomo cuidado
Pra que os desequilibrados
Não abalem minha fé
Pra eu enfrentar
Com otimismo essa loucura

[...]

Viver, viver e ser livre

Saber dar valor
Para as coisas mais simples
Só o amor constrói
Pontes Indestrutíveis"




domingo, 2 de junho de 2013

Timidez



Quem me conhece sabe o quanto eu sou travado, mal falo. Pareço até meio autista em alguns momentos. Para eu falar é preciso muito tempo. Analiso tudo e todos. Mas as vezes sinto uma vontade danada de surtar. Sair cantando pela rua, dançando, sei lá me libertar. Talvez algum dia eu faça isso.

Este vídeo ilustra bem o que estou falando...

terça-feira, 28 de maio de 2013

Conflito



Estou passando por uma fase muito ruim, e é nesse momento que as pessoas decidem me perturbar.
Hoje em aula passei por uma situação bem esquisita. Tenho um professor que se diz casado e pai de três filhos. Entretanto ele é GAY, com letra maiúscula mesmo. Não nega em nada.
Ele solicitou que nos dividíssemos em grupos apresentássemos uns textos e uns trabalhos práticos sobre artes. E hoje foi o dia da dança. Eu sou todo igual a um robô e estou de mal com a vida.
Então fazia as atividades propostas com muita má vontade. Só vou à faculdade mesmo, pois preciso me distrair e para não ficar em casa chorando e pensando m.
E lá estou eu na tal da atividade de amassar um papel com os pés, de péssimo humor e uma colega minha estava perto do então professor. E ele virou-se para ela e disse:
- Olha a cara do Juan amassando o papel, sem vontade nenhuma. (esta parte eu escutei)
- Ele disse que não está muito legal professor.
- Ele tem namorada? (daqui em diante não ouvi)
- Não sei professor, ele é muito misterioso.
- Quero ver se na hora lá ele fica com essa cara de mau. Se ele fosse meu namorado eu dava um jeito nele rapidinho.

O conflito é o seguinte:
Devo ser direto e dar um chega para lá nele, para não fazer comentários com meu nome?
Devo ignorar o comentário, pois não ouvi?
Devo fazer uma reclamação formal a direção?
Devo parar de palhaçada, afinal foi só uma brincadeira?


Acho que ele não foi ético. Só que lá na faculdade nós alunos e professores costumamos nos tornarmos amigos, de conversar mesmo, de brincar. De trocar telefone. E até de comentar esse tipo de coisa, Só que eu não suporto ele, então não costumo falar com ele, nem dou margem para fazer comentários com meu  nome. 

domingo, 26 de maio de 2013

A pirada da net...

Pessoal vi estes vídeos hoje em uma das páginas que sigo no Face. Mas achei tão bizarro e engraçado que decidi compartilhar com vocês.

AVISO: ABUSO DE LINGUAGEM CHULA.
Se não gostar nem assista...

A chuca perfeita

A garganta profunda


Essa mina deve ser pirada, só pode?

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